Citações da Odebrecht contra FHC e Dilma vão para primeira instância em São Paulo, Lula continua em Curitiba com Moro

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Presidente Dilma Rousseff durante cerimônia de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. 17/06/2016 REUTERS/Roberto Stuckert Filho/Brazilian Presidency/Handout via Reu/ers/ montagem/Adelmo Rocha

Já era esperado essa decisão do Ministro Edson Fachin, todos os investigados são citados pelos delatores, e não seria justo ser protegidos pelo STF. Manter investigação no STF, causa demora e acontece inusitadamente, uma defesa do pequeno grupo de apoio a continuidade do processo somos todos pela corrupção, que existe entre os ministro ligados pelo cordão umbilical da nomeação. A matéria da Agencia Brasil trata da decisão e motivos do Ministro Edoson Fachin. Veja matéria da Agência Brasil!

Da Agencia Brasil – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin determinou que as citações de ex-executivos da Odebrecht aos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff sejam enviadas para a primeira instância da Justiça. O pedido foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelo fato de os acusados não terem mais foro privilegiado no STF.

De acordo com delação premiada de Emílio Odebrecht, um dos proprietários da empreiteira, a empresa teria feito o pagamento de “vantagens indevidas e não contabilizadas” para as campanhas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 1993 e 1997. Com a decisão do STF, FHC deverá responder às acusações na Justiça Federal em São Paulo.

As acusações contra o ex-presidente Lula foram enviadas para a Justiça Federal no Paraná. Nos depoimentos, os colaboradores ligados à Odebrecht citaram supostas tratativas com Lula para viabilizar politicamente a edição de uma medida provisória para evitar a intervenção do Ministério Público nos acordos de leniência assinados com empresas na Lava Jato.

Um pedido de influência de Lula para que a Odebrecht conseguisse fechar negócios com o governo angolano e reformas em um sítio em Atibaia (SP), além do pagamento de palestras em troca de favorecimento da empresa também constam nos depoimentos.

No caso da ex-presidenta Dilma, foram citados supostos pagamentos de caixa dois para a campanha eleitoral. As acusações foram enviadas para a Justiça Federal em São Paulo.

O presidente Fernando Henrique Cardoso disse que só vai se manifestar após ter acesso à decisão do ministro. Por meio de sua assessoria, Lula disse que as acusações dos delatores são falsas e que sempre agiu dentro da lei. Os advogados da campanha de Dilma sustentam que todas as doações foram registradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral.

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